Imagem ilustrativa gerada do IA.
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Possui Doutorado em Sociologia e Política, pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009) e Mestrado em Comunicação Social (1998) onde é professora associada. Desenvolve pesquisas nas áreas de Comunicação Organizacional sobre os temas: Processo de Trabalho e Relações de Poder; Novas Mídias e Interação Comunicacional no Contexto Organizacional; Discurso Organizacional; Comunicação Pública; Comunicação Pública da Ciência e Divulgação Científica. É líder do grupo de pesquisa CNPq NERCOPC - Núcleo de Estudos de Recepção e Mediações em Comunicação Pública da Ciência. É coordenadora do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).

Realizou pesquisa pós-doutoral pela FaE-UFMG, com apoio da FAPEMIG (2022). Possui Doutorado em Filosofia pela UFRJ (2011), com tese sobre o sentido do pensar em Martin Heidegger, e Mestrado na Universidade Gama Filho (2001), investigando a concepção de cura e ethos em Heidegger e a possibilidade de uma ética nesse pensador. É especialista em Filosofia Contemporânea pela UFSJ (1998) e graduado em Filosofia pela PUC-Minas (1995). Atualmente, é professor no IFMG e dedica sua pesquisa ao desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação no Brasil, com foco em Minas Gerais. É co-coordenador do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).

Natália Resende de Souza é mestre em Ecologia e Evolução pela UERJ (PPGEE) e especialista em Popularização e Divulgação científica pela COC/Fiocruz. Sua pesquisa foca em iniciativas de divulgação e popularização científica em mídias tradicionais e digitais, interatividade, e estudos de públicos, percepção e recepção. Atualmente, é aluna de doutorado em Biotecnologia Marinha no IEAPM/UFF (PPGBM), com tese em Divulgação e Popularização da Biotecnologia Marinha. Além disso possui parceria com o departamento de comunicação social da UFMG por meio de doutorado sanduiche no país, e colabora com a gestão da nova proposta do Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscopc).

Carla Barbosa Moreira é professora de Redação e Estudos Linguísticos na Educação Básica (CEFET-MG), na graduação em Letras: Tecnologias da Edição e no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, na mesma instituição. É pesquisadora de produtividade nível C do CNPq, dedica-se à pesquisa sobre produção-circulação do conhecimento em mídias digitais, liberdade de expressão e censura e ensino de língua portuguesa. Desde 2020, é coordenadora do Projeto de Extensão Pensar Jovem, que produz podcasts e programas de Rádio do Arquivo Discursivo das Juventudes (Pensar Jovem). Dele participam estudantes e professores da Educação Básica/escolas parceiras (Escola Estadual João Paulo I e Escola Estadual Barão do Rio Branco), da graduação e Pós-Graduação em Letras, bem como pesquisadores que fazem parte do Grupo de Pesquisa ‘Discurso, Tecnologia e Circulação do Conhecimento’, em parceria com o NERCOPC - Núcleo de Estudos de Recepção e Mediações em Comunicação Pública da Ciência (UFMG), ENCIDIS (LAS/UFF) e I-FALA (Roma Tre).
O OBSCOPC – Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência foi criado em 2015, como um projeto de extensão, tendo como principal justificativa para sua criação, a defesa do acesso à cultura científica pelo público não especializado. Entendemos que trata-se de uma temática de apropriação social, o que torna cada vez mais necessária a ampliação do debate junto com a sociedade em seus múltiplos territórios.
Nosso objetivo principal é contribuir com a reflexão crítica sobre a comunicação e a divulgação do conhecimento acadêmico e de outros/novos saberes no país, bem como acompanhar as ações da sociedade civil, dos governos e de instituições na mobilização da opinião pública para as definições e implementações de políticas públicas e sociais de ciência, tecnologia e inovação. Fomentar debates nas diversas esferas públicas sobre cultura científica, direitos humanos, inclusão e cidadania, democratização do acesso à comunicação e informação, participação e polifonia nas discussões temáticas, proposições de políticas públicas e sociais de conhecimento, cultura e educação. Dialogar com as comunidades, grupos de mobilização social, coletivos e populações periféricas sobre cultura científica e estratégias comunicacionais empreendidas e originárias de territórios socialmente vulnerabilizados.

O Observatório Social da Comunicação Pública da Ciência (Obscop) agradece o apoio de seus parceiros e colaboradores, que tornam possível a promoção da ciência e da comunicação pública.